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sábado, 30 de janeiro de 2010

Dragon Quest V: Hand of the Heavenly Bride

O verdadeiro RPG de família!

Nome Completo: Dragon Quest V: Hand of the Heavenly Bride
Plataforma: Nintendo DS
Gênero: RPG
Produtora: Arte Piazza
Publicadora: Square Enix
Lançamento: 16/02/2009

Nota: 7,6

Prós:
Remake bem feito em todos os sentidos
História envolvente
Recrutar monstros é difícil, mas recompensador
Nova dungeon
Novos mini-games


Contras:
Fazer uma graninha é difícil pacas
Equipamentos muito caros
Encontro com inimigos são freqüentes demais


Comecei a jogar Dragon Quest V após eu ter acabado Chrono Trigger (não se preocupem ele terá um review, logo logo), poxa, era uma responsabilidade e tanto me agradar após ter terminado um RPG tão clássico. Pois bem o remake do game originalmente de Super Nintendo é bem satisfatório e agradará a todos os fãs do gênero.

A história é beeeeem longa, você inicia nomeando seu personagem, o qual tem apenas 6 anos de idade ao início do game, onde ele e seu pai Pankraz procuram desesperadamente pela mãe do herói. Porém as coisas não param por aí, após uma reviravolta na trama (calma não contarei spoilers), o jogo avança 10 anos, chegando até mesmo ao ponto onde você deve se casar e ter filhos. Ah, só uma coisinha, sua esposa e filhos podem fazer parte de sua party, a qual suporta até 4 membros. Portanto o jogo se passa em 3 gerações diferentes e chega a ser emocionante ver a transformação pela qual o protagonista passa.

O estilo de jogo não possui nada que já não tenha sido feito antes, as lutas são aleatórias, ou seja, basta andar pelo mapa para fazer surgir inimigos e combatê-los em turnos com uma visão em 1ª pessoa, algo característico da série Dragon Quest. Os encontros, porém são muito freqüentes, bem chatos em especial se você está andando pelos dungeons guardando HP para o chefe final. O interessante aqui é que é possível recrutar monstrinhos para sua party, mas nem todos eles são recrutáveis e os que são podem não aceitar entrar em sua equipe de primeira. Ah sim se quiser que um inimigo se junte a você basta derrotá-lo que cedo ou tarde (algumas vezes muito tarde) ele perguntará se pode fazer parte de seu time, lembrando novamente que nem todos os inimigos são recrutáveis. Há um item, o Book of Beasts que pode ser comprado mais pra frente na aventura o qual lhe indica quais monstros podem se juntar à sua equipe.

Ganhar experiência pra passar de level é fácil fácil, já ganhar dinheiro é um problemão, em especial nas fases finais do jogo. E o equipamento não ajuda, já que a ultima loja do jogo, que obviamente possui as melhores armas e armaduras, possui preços altíssimos.

Graficamente está tudo muito similar ao remake de DQIV, também para DS, o interessante é que ambas as telas mostram o cenário, não sabe se lá pra frente tem um tesouro ou beco sem saída? É só manter o olho na tela de cima do DS, algo bem útil. Akira Toriyama, sim ele mesmo, retorna para desenhar todos os personagens, os quais estão bem semelhantes aos personagens de Dragon Ball, também o que eu queria? Ainda bem que foi ele quem ficou responsável pelos desenhos já que fez um ótimo trabalho desenhando tudo no característico estilo mangá.

O remake ainda conta com uma nova dungeon, que é destravada após terminar o jogo e interessantes mini-games, dentre eles há um que se assemelha àquelas máquinas de esmague o monstrinho, encontrada em fliperamas, só que usando a stylus ao invés de uma marreta.
Dragon Quest V não inova em nenhum aspecto, porém é certeza de que vai entreter os jogadores, em especial os que adoram uma boa história. Isso sem contar que as novas adições tornam esse remake ainda mais interessante, mesmo para quem tenha jogado a versão original do Super Nintendo. E você ainda pode escolher sua esposa, que maravilha hein?

Gráficos – 8,0
Som – 7,0
Jogabilidade – 7,5
Diversão – 6,5
Replay – 9,0
Nota Final: 7,6

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

The World Ends With You


Nome Completo: The World Ends With You
Plataforma: Nintendo DS
Gênero: Action RPG

Produtora: Jupiter Corp
Publicadora: Square Enix
Lançamento: 21/04/2008

Nota: 9,5

Prós:

Jogabilidade maravilhosa e diferente de tudo que já foi feito
Trilha sonora arrasadora e marcante
História fantástica, misteriosa e imersiva
Personagens marcantes e carismáticos
Sistema de experiência dos bottons incentiva o jogador
Vários itens diferentes para comprar
Gráficos de ponta para o DS
Mini-game divertido e desafiante


Contras:

Alguns bottons acabam se confundindo nas batalhas

Com certeza se você tem DS já jogou TWEWY, ou pelo menos já ouviu falar, tanto que não há nada que eu fale que já não foi dito por alguém anteriormente. Mas vamos prosseguir com o review, bem vou deixar bem claro logo de início: jogar The World Ends With You foi a melhor experiência com meu DS desde que o adquiri.


A história é misteriosa desde o início já que o protagonista Neku, um garoto rude e sem amizades acorda no meio de uma avenida de Shibuya, isso mesmo, o bairro real e talvez mais famoso de Tóquio. Sem nenhuma memória do que aconteceu Neku é atacado por estranhos seres os quais apenas ele é capaz de enxergar, ele se une à Shiki, uma garota a qual se encontra na mesma situação, para derrotar os misteriosos inimigos e tentar sobreviver, e então….. ah lamento, mas se eu contar mais vou estragar uma das tramas mais incríveis da história dos videogames.

O sistema de batalha é muito confuso de início, mas após uns 30 minutos você já vai lutar como se já conhecesse o game faz tempo. Por que ele é confuso de início? Bem é porque você controla 2 personagens ao mesmo tempo, se isso fosse em um RPG de turnos tudo bem, mas aqui você controla ambos em um Action RPG. Neku é controlado pela Stylus na touch screen, enquanto seu companheiro é comandado pelo D-Pad na tela de cima. Com o companheiro de Neku basta apertar o D-Pad na direção em que estão os adversários para atacar, é possível deixar a I.A. controlá-lo por todo o game caso você não se acostume. Já Neku pode equipar diversos Pins, bottons em português, cada um com um poder e uma maneira de usar. Alguns bottons requerem que você passe a stylus rapidamente sobre o inimigo, como se estivesse desferindo vários cortes, outros que você arraste a stylus na tela fazendo uma linha que infringe dano ao adversário, outros para que sejam ativados necessitam que você assopre no microfone e vários outros diferentes com diversas maneiras de ativá-los. Pena que de vez em quando os efeitos dos bottons se misturem, pode ser que você queira usar a habilidade de cura, mas saia um golpe, embora isso aconteça só de vez em quando.

Obviamente que ao derrotar inimigos você ganha experiência e passa de level, porém seus bottons também passam de level ficando mais fortes e caso você deixe o DS desligado por certo tempo, alguns dias vamos supor, ao religar o portátil você receberá mais pontos de experiência para seus bottons equipados, lhe incentivando à continuar até o fim do game.

Há diversos itens que podem ser comprados e equipados, inclusive todas as roupas de grife que são vendidas na Shibuya de verdade. Talvez esse seja o aspecto que mais me cativou a adorar tanto o jogo, eu não comprava armaduras para fortalecer meus personagens, eu comprava jaquetas, camisetas, shorts, bonés e óculos escuros algo que se assemelha muito mais à nossa realidade. Eu também não tomava poções ou elixirs, eu comia hambúrgueres, tomava milk shakes, tudo ao etilo nipônico moderno.

Os gráficos são muito bons, tudo é bem colorido e estilizado inclusive os personagens, os quais se assemelham bastante aos de Kingdom Hearts. Tudo em Shibuya está bem reproduzido e alguns pontos turísticos reais do bairro também podem ser vistos como a estátua de Hachiko.
A trilha sonora é simplesmente maravilhosa, não há palavras para descrever ao certo, tamanha é a qualidade das faixas que possuem um estilo J-Pop, hip-hop e rock, não gostou de uma música? (algo ainda assim difícil nesse game) Não se preocupe que logo logo começa outra melhor que a anterior. Os diálogos também não deixam a desejar, possuindo conversas bem próximas à realidade e boa dublagem.

Ainda há um mini-game de tabuleiro em que você controla seus bottons em uma arena enquanto tenta derrubar os adversários pra fora usando os poderes mais malucos que eu já vi.
Se você não jogou The World Ends With You não sabe o que está perdendo, as batalhas podem parecer meio confusas de começo, mas quando você pegar a manha não vai querer parar de jogar até desvendar todos os mistérios por trás desse maravilhoso RPG.

Gráficos – 9,5
Som – 10,0
Jogabilidade – 9,0
Diversão – 9,5
Replay – 9,5
NOTA FINAL: 9,5

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Soma Bringer

Pois bem, antes de tudo eu queria agradecer ao meu colega Ichigo por ter me covidado à postar neste blog tão famoso e bacana. Espero que todos gostem de meus posts e tudo mais e para a minha estréia vou postar minha análise do Action RPG de DS Soma Bringer, que por hora só saiu no Japão.

A soma de tudo que agrada em um RPG

Nome completo: Soma Bringer
Plataforma: Nintendo DS
Gênero: Action RPG

Produtora: Monolith Soft

Publicadora: Nintendo

Lançamento: 28/02/2008 (Jp)

NOTA: 8,7

Prós:
8 diferentes personagens para escolher
6 classes com diferentes pontos fortes e fracos para selecionar
Dezenas de habilidades para cada classe
História intrigante
Bom multiplayer local

Contras:
Nada de multiplayer online
Diálogos sem vozes, só texto


Quando peguei Soma Bringer eu já tinha ouvido falar muito bem do jogo, mas mesmo assim não deixei que isso me influenciasse. Pois bem comecei a jogar e o game me pediu para escolher entre 7 personagens diferentes, há mais um outro que só é destravado após terminar o jogo, já não gostei muito disso, te deixa muito preso a poucas escolhas, porém em seguida me pediram para selecionar uma classe, ok escolhi uma e comecei a jogar, pois bem, não consegui parar de jogar até chegar ao fim.

A história se passa no mundo de Barnea onde os habitantes utilizam uma forma de energia mágica chamada de Soma a qual permite que as pessoas tenham vidas confortáveis, algo similar ao que a eletricidade nos proporciona no mundo real. Porém alguns seres monstruosos chamados de Visitors acabam corrompendo Soma e desequilibrando o poder da energia. É aí que é criada uma divisão militar chamada de Pharzuph a qual tem como função eliminar os tais Visitors, pois a história central do game se passa em volta da 7ª divisão da Pharzuph e de seus membros Welt, Einsatz, Jadis, Millers, Cadenza, Granada e Forte, os mesmos personagens que você pode escolher ao inicio do jogo. Os heróis em uma missão de rotina encontram uma garota sem memória chamada Idea, a qual pode controlar Soma à sua vontade e daí em diante os aventureiros seguem tentando desvendar o passado de Idea e a origem de seus poderes.


O estilo de jogo aqui é similar ao de Final Fantasy CC: Echoes of Time e tudo que o jogo apresenta foi feito com muito capricho em especial o sistema de Action RPG, o qual é o melhor que já vi em qualquer jogo do Nintendo DS. Embora a história seja sempre a mesma, o enfoque em alguns assuntos é mais profundo dependendo de que herói você escolheu.


As classes possuem cada uma sua vantagem, os Battlers são totalmente voltados para combate físico possuindo mais HP e usando armas de uma e de duas mãos. Corps já são mais balanceados no ataque e defesa, podendo usar holy magic, Darks (minha classe favorita) usam magia negra, armas de duas mãos e podem sacrificar o próprio HP para descer golpes mais poderosos. Já os Gunners usam armas de fogo e arco e flecha, ainda podendo usar golpes que alteram status, os Kampfs lutam no mano a mano, sendo especialistas em combos e por fim vêm os Somas, que são os magos do jogo. Cada classe exige que você utilize uma estratégia diferente para derrotar seus adversários, além de possuírem várias habilidades distintas.

Ao passar de level você ganha pontos para distribuir entre 4 status, Strenght, Magic, Health e Skillfulness, exigindo que você escolha sabiamente onde deve gastar seus pontos. Além disso, você ganha pontos para serem distribuídos em habilidades especiais, sendo que técnicas mais fortes são destravadas com o passar de level.




Os combates são extremamente prazerosos, nunca fiquei cansado de lutar e grindar já que é possível subir de level numa velocidade razoável. Vários monstros distintos surgem cada qual com fraquezas diferentes, só esperando para serem exploradas. Após consecutivos golpes é possível dar um Break nos adversários o qual os paralisa momentaneamente e os deixa mais vulneráveis aos seus golpes, algo primordial para derrotá-los.

Dá para jogar multiplayer local com até mais dois amigos, porém é necessário que você já tenha feito progresso antes de ajudar seu colega, o qual deve estar em uma parte do game que você já completou. Pena que não é possível jogar pela Nintendo Wi-Fi Connection, um desfalque e tanto para os dias de hoje.

Graficamente o game é ótimo, tudo é muito bem feito, tanto que você pode aproximar a câmera ao máximo e você só vai reparar como está tudo bem caprichado. Sonoramente o game conta com boa trilha sonora, mas desaponta no fato de não haver vozes nos diálogos, lhe dando apenas texto, que pra piorar é em japonês (me perdoem, mas não consigo dominar a lingua nipônica) e sem nenhuma notícia concreta de que o jogo vai chegar ao ocidente.

Acho que me empolguei demais e o review ficou muito longo, mas eu posso lhe afirmar que Soma Bringer é um dos melhores Action RPG que já chegou ao portátil da Nintendo, e caso você domine o idioma nipônico esse é um titulo imperdível, testado e aprovado.

Gráficos – 9,0

Som – 7,0

Jogabilidade – 8,5

Diversão – 9,5

Replay – 9,5

NOTA FINAL: 8,7

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Análise: Dragon Age Origins - PC/PS3/Xbox360



Se você assim como eu é fã de rpg e ainda tem duvidas sobre os títulos do gênero para Xbox360, e este é o único motivo para ainda não ter adquirido o console da microsoft, amigo siga meu conselho deixe de gastar uma fortuna em um Ps3 e corra agora mesmo pois um Rpg Épico acaba de ser lançado para múltiplas plataformas e a Otaku House traz em detalhes pra vocês tudo sobre o jogo.

Dragon Age contem tudo que um bom rpg precisa para ser admirado pelo publico, desde um bom sistema de montagem de personagem até a movimentação do mesmo e um enredo que varia de acordo com sua ações ou simples repostas que seu personagem pode dar aos Npcs.

O sistema de criação de personagem não chega a ser longe, é algo simples mas bem feito e que de algum modo consegue dar realmente a sua cara e as características que você deseja ter no personagem, assim como a classe e atributos do mesmo. O enredo do jogo começa diferente de acordo com o personagem que você monta, deixando assim a historia já com vários começos diferentes e distintos.

Quanto a jogabilidade, todos os comandos sobre o personagem e seu grupo são simples e podem ser realizados sem dificuldade, basta prestar atenção nos breves tutorias que acontecem durante o game. Vale ressaltar que a cada nova habilidade adquirida ou movimento novo o tutorial rapidamente lhe explica o que é preciso para usar a habilidade.

A qualidade gráfica não está aquela coisa absurda, não chega a ser surpreendente a fisionomia e o visual do cenário em geral, mesmo assim não é fácil identificar bugs que podem ser freqüentes em jogos que usam esse tipo de engine. Outra coisa interessante e que conforme o equipamento de seu personagem é trocado ele fica com o mesmo durante todo momento na tela, apenas capacetes são exceções durante as falas entre os personagens.

Quanto ao enredo e ao rumo que a historia pode levar, tudo depende inteiramente de você, de acordo com as decisões tomadas você pode conquistar amigos como inimigos que podem lhe perseguir por toda vida no jogo. Sua decisão de resposta é tão importante que você decide até mesmo quem vai ser sua futura parceira conforme o decorrer do jogo, quem vai ser sua esposa depende exclusivamente de você e das respostas que der as garotas do grupo.

Com um sistema de combate interessante e intenso, personagens de variados tipos e classes, até mesmo um cachorro cai pra dentro nas brigas, e um futuro inserto que você ira decidir de acordo com suas ações, Dragon Age Origins não deixa a desejar para aqueles que gostam de rpg já que traz um sistema muito parecido com o do game Neverwinter Nights. Ficou curioso, ou tá na duvida, a escolha é sua...o futuro está na suas mãos.

Análise: Formula 1 2009 - PSP/Wii



Após anos sem um jogo sobre a famosa categoria de automobilismo do mundo, a codemasters comprou os direitos da categoria que pertencia até então a Sony, mas que devido a grandes problemas abandonou o projeto deixando ele anos parado dentro de alguma gavetaem uma de suas empresas, após a compra sobre os direitos a codemasters trabalhou duro e fez o máximo que pode para agradar a todos os fãs, mas infelizmente o primeiro projeto não foi tão bom e eles resolveram manter por enquanto o game apenas para o Wii e PSP, deixando para a temporada de 2010 um modelo múltipla plataforma.

Nesta nova temporada, pouca coisa mudou em relação ao de 2006, sua jogabilidade foi um pouco alterada assim como o realismo sobre o comando do carro sobre as pistas. Ouve também modificações aos ambientes que ganharam uma melhora gráfica e um acabamento bem melhor no que na versão anterior.

A jogabilidade agora se torna um pouco mais fácil do que antes, deixando assim o game mais dinâmico e até divertido de jogar, já quem em suas versões anteriores era capaz de você querer realmente jogar o carro contra o muro de tamanha raiva que era controlar o veiculo.

Quanto ao realismo nas pistas é bem fácil notar as diferenças, de acordo com o modelo de pneu que seu carro está o rendimento dele pode ser melhor ou pior, assim como isso também pode mudar em pistas em que o asfalto não é tão regular. Na chuva realmente é bem difícil manter o carro na pista ou fazer uma ultrapassagem sem se arriscar, e o sistema de KERs também foi implantado e da pra perceber a tamanha diferença que ele faz em ultrapassagens.

Algo que era interessante e que foi retirado desta versão são os pits que agora não podem mas ser controlados por você, a sua equipe faz todo o trabalho sozinha e você só fica olhando o tempo correr sem poder fazer nada.

Com pequenas mas boas alterações Formula 1 2009 trouxe de volta a diversão que é fingir participar dessa bela modalidade de velocidade extrema, foi apenas uma pena não ter sido disponibilizada para todos os consoles.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

God of War 3 - Pequena prévia do que estar por vir




Qualidade gráfica:

Em god of war 3 o sistema gráfico foi remodelado e sofreu grandes alterações quanto a definição do imagem do personagem como também de todo cenário a sua volta que ganhou incríveis detalhes que já podem ser vistos nos vídeos apresentados até o momento. Para se ter uma idéia um dos criadores da serie David Jaffe disse em seu blog oficial que nenhum jogo iria super a qualidade visual encontrada em Gears of Wars, mas ele descreveu exatamente assim o que ocorreu após seu primeiro contato com as imagens de God Of War 3. "Esse jogo ['God of War III'] tem um visual como nenhum outro que vocês tenham jogado... e podem me cobrar quando essa coisa aparecer e quando eles começarem a mostrar as cenas do jogo. Parece uma pintura que ganha vida; é tão bom assim", Será que devemos duvidar ainda?

Jogabilidade:

Não se sabe muito ainda quanto a jogabilidade em GOD3, mesmo com o demo estando disponível pouco pode ser visto até o momento, alguns movimentos foram refeitos e o Kratos está mais rápido que nos jogos anteriores, e muito mais sanguinário, seus movimentos de finalização nos inimigos estão de impressionar e agora estão muito mais variados no que os games anteriores.

Combates e Inteligencia Artificial.

Essa com certeza foi uma das melhores alterações feitas para está continuação, ao contrario de seus antecessores que traziam apenas 15 inimigos na tela, em God3 vão existir batalhas com até mesmo 50 inimigos na mesma tela em que Kratos, e acredite não vão ser soldados desorientados batendo de um lado para o outros, graças ao novo sistema de inteligencia artificial implantada nos inimigos eles vão formas estrategias de ataque e ainda podem ser comandados por um personagem especifico que deve liderar os grupos. Outra novidade é quanto aos inimigos gigantes como o ciclope que agora pode ser usado como arma pelo guerreiro, agora se tem escolha de extermina-lo ou doma-lo e assim utilizar a pequena força do bichinho para extermina de uma maneira mais fácil os inimigos a sua volta.

Magias e Armas:
Quantos as armas de nosso simpático amigo, pouco foi revelados, ainda não se sabe se ele vai continuar usando os equipamentos de God 2 ou se vai ganhar varias armas novas, a única confirmada e que pode ser vista nos trechos de vídeos que se espalham na net é a Cetus, que são luvas em formato do rosto de um leão. Não se sabe como ele consegue eles ou a quem elas pertenceram já que acredita-se que como nos jogos anteriores ele deve surripia-las de alguém. Já as magias uma confirmada leva o nome de Eyes of a God, que vai ajudar Kratos a enxergar caminhos que os mortais não conseguem ver.

Enredo:
God 3 é uma continuação direta do segundo, começa exatamente onde termina o anterior com Kratos nas costas de Gaia invadindo o olimpo, o pouco que se sabe é que os desenvolvedores do game pretende dar uma justificativa definitiva para que os mitos Gregos não existam mais, agora fica quanto a sua imaginação tentar desvendar o que está por vir.

God of War 3 tem data de lançamento prevista para março de 2010 mas um demo já está disponível para pequenos sortudos da PsStore que ganharam um código de acesso ao demo.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Análise: Call of Duty Modern Warfare 2




Eu poderia escrever essa matéria apenas com poucas palavras, o problema é que seria injustiça demais falar pouca desta obra prima. Por mim eu não escreveria nada aqui, apenas colocaria um vídeo e mandava todo mundo a merda porque eu estou perdendo tempo aqui escrevendo enquanto poderia estar metendo bala na favela do Rio de Janeiro. Só que infelizmente eu tenho que comentar sobre este poderoso game e dizer a vocês, joguem esta merda ou nunca vão se perdoar por não terem jogado Call of Duty Modern Warfare 2.

Muito se falou, muito se especulou sobre ele, mas joga-lo fez toda diferença. Percebe-se de imediato que o game sofreu leves alterações em sua engine, a tentativa foi deixar a jogabilidade mais dinâmica e também deixa-lo mas acessível a outros gêneros de jogadores.

Com sua jogabilidade um pouco alterada, o game se tornou mas rápido e cruel, assim como sua inteligencia artificial foi remodelada deixando você de cabelos em pé em algumas partes do jogo devido a dificuldade encontrada em determinadas fases, destaque para o cenário do Rio de Janeiro que realmente faz você entender porque a policia sofre naquele pobre local.

Além de algumas mudanças na jogabilidade, o teor violento do game também aumentou muito. As balas correm pelo cenário de maneira agressiva e o sangue realmente jorra das cabeças de inimigos e companheiros, vale destacar que na maioria das animações presente a violência se torna ainda mais forte. Para se ter uma idéia, existe cenários em que você é o terrorista e sai matando milhares de pessoas pelo caminho, em uma dela você está no aeroporto e sai metralhando todo mundo.

Quanto a qualidade gráfica encontrada falta comentários de minha pessoa, os cenários, detalhes de roupa sangue e principalmente rostos do personagens são de impressionar. A equipe gráfica realmente está de parabéns e merece todos os méritos pelo excelente trabalho feito principalmente nas armas e veículos assim como as edificações que agora quebram para felicidade geral da nação.

Eu realmente busquei algo ruim para falar, e encontrei apenas dois pequenos detalhes, sobre a suposta câmera em 3° pessoa eu não consegui encontrar um modo para deixar o game neste formato, e o famoso jogador fantasma também está presente devido ao fato de seu personagem não ter pés.


Mesmo sem pé Call of Duty Modern Warfare 2 não deixa nada faltando e que falta faz um pé onde o que interessa é o sangue e adrenalina constante, agora vocês que me perdoem eu vou voltar a metralhar os cariocas.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Resident Evil 5 - Xbox360/Ps3



Bom ta chegando a tão aguardada hora, o momento pelo qual a atual geração de games esperou ansiosamente, o tão poderoso titulo da Capcom finalmente vai chegar ao mercado neste dia 13 de março, mas espere um minuto, estamos em mundo que nem tudo pode ser honesto certo? Então bem antes do que o lançamento oficial o game completinho foi solto na net, e pode ser achado em qualquer banquinha de jogos pirata.

ResidentE vil 5, chega com tudo, e abacá não só os corações dos mais antigos gamemaniacos que seguem a serie desde o Psone, como também surpreende os novatos neste novo mundo.

Mais uma vez, você entra na pele do policia da STARS Chris, ele é enviado até a áfrica para averiguar estranhos casos que ocorrem numa região afastada. Já não bastasse o todo poderoso, agora ele vem acompanhado de uma belíssima gata que carrega o nome de uma deusa que caiu como uma luva Sheva. Juntos os dois se metem em meio a “pacata cidade” e tentam resolver todo o mistério que envolvem o local.

Agora vamos as novidades:

A primeira fica exatamente no novo sistema adotado pelo jogo, ambos os personagens caminham junto pelo cenário, isso pode ser de certa forma de alguma ajuda, mas em vários momentos pode acabar dificultando sua vida, já que a bela garota tem o dedo solto e atira sem parar.

Outra diferença, é que ao contrario de seu antecessor, agora você carrega poucos itens, e na conta coma a ajuda daquela maletinha básica para lhe auxiliar a carregar todo aquele parafernália.


Agora uma mudança que com certeza vai fazer você sofrer em muitos momentos, é a utilização de itens e de trocas dos mesmos no jogo. Assim como acontece em Resident Evil Outbreak, a troca de itens acontece em tempo real, ou seja, você tem que ser rápido ou se esconder para fazer isso, caso contrario os inimigos irão comer sua cabeça. Mais ainda existe um ponto positivo nesta mudança, a troca de armas pode ser feita com o aperto dos botões direcionais do controle, estabelecendo assim uma troca rápida de armamento.

Assim como acontece no episodio 4 da serie, agora seus inimigos não mas zumbi, e sim humanos que foram afetados por um espécie de aliem ou algo do tipo. Só que eles estão ainda mais fortes do que no RE4, já que agora alguns deles vem equipados de metralhadoras.

Questões gráficas, poucos comentários, quase tudo deu certo, apenas alguns bugs que para quem já conhece a serie acaba passando despercebido. A jogabilidade foi um pouco melhorada, mais bem que o personagem podia correr enquanto atira. Fora isso RE5 impecável e mostra que toda expectativa em torno dele foi merecida e recompensada.


Pergunta Promoção:

Qual personagem feminino estrelou o quarto episodio da serie resident evil?

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

The House of the Dead: Overkill – Wii



Meter bala em zumbis é divertimento total, tanto naqueles games bem complicados como nos de puro divertimento mesmo, são exemplos destes Resident Evil, Left 4 Dead entre tantos outros que existem, mas um que deve estar guardado na memória de todos nos, com certeza é o poderoso The House of the Dead.

Em sua nova continuação, a produtora tentou manter a boa tática e engine adotada pela serie desde sua primeira versão feita para Arcade, trazendo apenas algumas modificações não tão significativas para manter o divertimento do game.

Mais infelizmente tudo não ocorreu como planejado, uma mudança em especial pode dificultar em muito a jogabilidade e atrapalhar totalmente o divertimento de arrancar cabeças rapidamente, tudo se deve ao fato de que o recarregar da arma esta bem mais lento do que o habitual encontrado em todos os outros games da serie.

Antes tudo era simples, bastava apontar a pistola (ou controle) para fora da tela que a arma recarregava automaticamente. Infelizmente todo este processo foi refeito, o movimento ainda é o mesmo, só que o personagem recarrega a arma manualmente e acaba demorando muito, e quando menos se espera o zumbi já esta na sua cara.

Existem também mudanças bem interessantes, ágoras existem objetos espalhados pelo cenário que podem ajudar a matar vários zumbis de uma vez, basta prestar atenção para identificá-los e ajudar na matança.

Ainda existem pequenos itens brilhantes espalhados pelo cenário que servem como pequenos especiais para o personagem, como deixar o jogo em câmera lenta, paralisar os zumbis entre outros.

The House of the Dead: Overkill não deixa de ser um bom game, mais poderia ter mantido todo a formula, dos jogos anteriores da série, ficou curioso ou apenas com vontade de metralhar zumbis, corra e pegue o seu na loja mais próxima da sua casa XD.

Obs: Vale lembrar que existe ainda para o Wii, uma versão remasterizada do segundo e terceiro game da série.

Agradeccimentos: www.hghousegames.com
Sempre na frente.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Combo Anásile – Street Fighter 4 – ShellShock 2




SF 4 – Xbox360/Ps3/PC
O tão aguardado, o mais esperado game de luta na atual geração de games, e em primeira mão nossa equipe desfrutou do prazer (sim foi muito prazeroso, foi como abraçar uma mulher XD) de jogar Street Fighter 4.

Foi simplesmente maravilhoso, tudo está perfeito e com todos os detalhes que a produtora tinha prometido, mas nossa equipe buscou cada detalhe e agora vamos falar um pouquinho sobre este poderoso game.

A primeira diferença das outras versões já pode ser notada na tela de escolha dos personagens, apenas 50% deles estão a sua disposição, os restantes são abertos conforme o seu avanço nas batalhas, ou seja, nada de moleza desta vez se quiser jogar com todos os personagens vai ter que ralar muito.

Os sistemas de combates estão perfeitos, especiais então nem se fala, algo que mudou é que agora existe só um tipo de barra de especial, ao contrario do que acontecia na 3º versão da série.Outra novidade é a inclusão de cenas que trazem pequenas historias sobre os personagens deixando assim o modo árcade mais interessante.

Bom quanto à qualidade gráfica é de se dispensar comentários, tudo lindo perfeito, brilhante, parece até uma obra prima de tão impressionante, só não se distraia olhando a paisagem pois pode levar uma surra da maquina, está que também esta bem mais inteligente. A inteligência artificial foi remontada, e de acordo com o nível de dificuldade ela praticamente prevê seus movimentos dificultando ainda mais os combates.

Como era de se esperar, valeu toda a espera por Street 4, e vai ser difícil achar uma alma que reclame (a não ser que ele nunca consiga ganhar da maquina ou de um amigo), aproveite corra a trás se seu aparelho for desbloqueado, pois vale a pena pegar este belo game. Agora uma dica, caso jogue online espere a data de lançamento para evitar ser banido.



SHELLSHOCK 2 – Xbox360/Ps3/PC

Só tenho uma coisa a dizer, ficou faltando muita coisa para se sentir atraído por essa nova versão de ShellShock.

Tudo parece tão bonito no começo, um belo trailler, uma boa introdução, mais ai acaba tudo, assim que seu você começa a controlar o personagem percebe o quanto vai se estressar.

A qualidade gráfica não consegue nem impressionar o mais leigos de tão ruim e precária, vários bugs podem ser notados sem o menor esforço, ver um inimigo atravessando a parede ou pendurado em algo que não existe no cenário e algo constante que pode ser encontrado.

Mais então você pensa, a jogabilidade pode salvar... Esqueça ela é muito precária e deixa você na mão milhares de vezes, com uma mira completamente desconcertante e simples e fácil se perde pelo cenário.

Mas nada podia ser tão pior como a inteligência artificial, os inimigos não fazem esforço para lhe matar se você caminhar pelo cenário não vai fazer esforço algum para derrotá-los.

Confesso que esperava mais desta nova versão da serie, (tenho certeza que a capa do jogo vai ser única coisa que eu queira ver durante um bom tempo) mas infelizmente ela nos deixou na mão e foi incrivelmente horrível jogar, caso queria descobrir compre, caso nem queira se arriscar passe longe deste titulo ou pode se arrepender armagamente.


Agradecimentos: http://www.hghousegame.com
Sempre na frente, =3

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Tenchu – Shadow Assassins





Antes de falar desse clássico que volta com força total duas coisas bem rápidas.

1° Nosso Blog vai receber novas tipos de reportagens, como entrevistas, dicas sobre cosplay e com pessoas que trabalham no ramo dos games, entre outras.

2º Estão acabando as férias, acredite se quiser, assim sobre mais um tempinho em casa para postar, então teremos sempre noticias de ultima hora se ela for bem importante.

3º Em breve vai rolar uma mega promoção, só estou acertando os últimos detalhes.

Agora voltando ao que realmente interessa, Tenchu voltou com muita força e qualidade de primeira no console da Nintendo, alguns duvidaram do que poderia dar essa arriscada aposta, mas assim que desfrutar um pouquinho deste game vai sentir que toda preocupação foi em vão.

O primeiro contato com esse novo Tenchu vai ser assustador, o personagem está bem próximo da tela, como em RE4, ai se pensa, federam minha vida, pelo contrario, devido aos novos controles, isso deixou o jogo bem mais pratico e dinâmico.

Os comandos dos personagens são bem simples aparentemente, para que já está acostumado com os controles do Wii, vai parecer brincadeira de criança. Tudo pode ser realizado através dos dois controles da Nintendo, às vezes com os simples aperto de um botão para escalar paredes, ou com o balançar do Wiimote, para rolar rapidamente entre os arbustos.

Os assassinatos, que são os melhores momentos do game estão ainda melhores, primeiro, por incrível que possa ser, não existe censura na versão americana, e segundo, existem mil maneiras de matar o inimigo tudo depende de como se aproxima ou faz o movimento com o Wiimote.

Outra coisa bem interessante em tenchu, é que caso erre a aproximação para cometer o assassinato, ou o personagem some em uma bomba de fumaça, ou ele trava um pequeno duelo contra o inimigo, neste momento os comandos de duelo e a câmera ficam igual ao do game Red Steel.

Tenchu Shadow Assassins é uma excelente game para o Wii, o que tem se tornado bem difícil nos últimos títulos lançados para o console, então se você gosta de bons títulos no seu console, não perca a oportunidade de obter Tenchu Shadow Assassins.

Agradecimentos:
A House Games que sempre cede o espaço e o jogo para fazermos nossa pequena analise.

Obs: Lembrando que já está sendo feita a analise de X-Blades e ShellShock 2, deixemos o Wii de lado um pouco agora XD

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Afro Samurai - Xbox360


O samurai negro criado por Takashi Okazaki rodou o mundo em sua animação perfeita, que ficou conhecida por possuir um traço inovador e bem diferente do animes atuais, além de estar repleto de violência sem limites e misturar a cultura hip-hop com a milenar estética japonesa. Para dar ainda mais vida a seu personagem, foi escolhido ninguém menos do que Samuel L. Jackson para dar a voz ao personagem, e assim nasceu Afro Samurai.

Não demorou muito e a Nanco-Bandai apostou suas moedas no titulo e criou o que parece ser a primeira vista um excelente game. Lógico que violência não falta, decapitar cabeças, corta o inimigo em pedaços e matá-lo de diversas formas e simples e pode até se tornar chato.

Afro traz excelentes gráficos no console, mantendo o mesmo traço da série, assim como a excelente trilha sonora e dubladores, mas tudo de bom acaba por ai. Vou parecer chato, mas assim que você tiver o jogo em mãos vai concorda comigo.

Os controles são simples, apertando sem parar os botões é possível executar diversos combos, assim que uma aura vermelha envolve seu inimigo, basta aperta o botão novamente e ele é trucidado. Mas é exatamente nisso que existe o problema, não existe dificuldade alguma, os inimigos não oferecem resistência e não passam de simples npcs sem intenção de matar, apenas de morrer.

Outro ponto que dificulta em muito o bom desenvolver do game é a câmera utilizada, que cisma em atrapalhar em diversas vezes, levando você muitas vezes contra uma parede ou até a perder os “inimigos” de vista.

Em resumo, tudo não passa de um bom passatempo até que você enjoe de matar dezenas de inimigos que não fazem força para lhe deter, inclusive os mestres que forçam uma pequena defesa. Em 3 horas de jogo sem parar, apenas uma morte a ainda porque a maldita câmera me fez cair no penhasco, caso contrario não teria nenhuma. Para os Fãs, vale à pena se tiver paciência, para os que não conhecem, baixem o demo primeiro.


sábado, 24 de janeiro de 2009

Skate 2 + Halo Wars

Bom pessoal, antes de começar gostaria de pedir desculpas pelo sumiço, devido a problemas pessoais tive que ficar ausente durante alguns dias mas estou voltando com tudo trazendo um post duplo.

Skate 2 – Xbox360/Ps3 Como foi dito alguns postes atrás, a soberania da poderosa franquia Tony Hawk+Neversoft já não era tão poderosa desde que a atual geração de games teve a presença da poderosa E.A. na produção de um simulador perfeito sobre o esporte que traz uma prancha sobre rodinhas.
Em sua primeira versão, Skate surpreendeu a todos com seu realismo e forma de manipular todos os movimentos executados pelo personagem. Alem de trazer um enorme cenário retratando muito bem uma cidade. Nesta continuação muitas novidades podem ser presenciadas, mais opções para criar seu próprio skatista, explorar mais profundamente a cidade sempre em busca de novos desafios que partem desde uma simples disputa até um campeonato bem parecido com o X-games, com direito a mega-rampa.

Mas sem sombras de duvidas uma das grandes novidades foi poder modificar alguns objetos espalhados pelo cenário, podendo assim alterar o percurso e até mesmo o modo como sua manobra pode ser executada.

Skate 2 está perfeito tanto em sua qualidade gráfica como na jogabilidade que ainda ganhou inúmeros movimentos novos, basta apenas você ter paciência para poder excuta-las. Contando ainda com um ótimo modo online que lembra muito o sistema usado em Burnout Paradise, fica ai uma ótima dica para todos que gostam do esporte.




Halo Wars – Xbox360

A Microsoft revelou que o game de estratégia em tempo real, que retrata os acontecimentos anteriores aos outros jogos da serie halo, está em sua fase final desenvolvimento. O game que vai ser o ultimo produzido pela Ensemble, que fecha suas portas após o lançamento, ainda não tem data certa para seu lançamento, mais em breve um Demo contendo Tutorias Básicos e Avançados, os dois primeiros estágios do modo carreira e um mapa multiplayers vai estar disponível em 5 de fevereiro na Xbox live. Só baixar, e já ir se preparando para estes novos episódios da bela obra de arte que Halo é.




Agradecimentos: Mais uma vez gostaria de agradecer a HouseGames que disponibilizou mais uma vez o game para nossa equipe dar aquela avaliada básica nele. Em breve também pretendo adotar um sistema de ranking para os jogos. ^^

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

The Lord of the Rings: Conquest – Ds/PC/Ps3/Xbox360.

A saga do jovem de pés peludos ainda rende bons títulos para consoles, e tudo isso se comprova neste novo game da serie. Produzido pela Pandemic Studios(EletronicArts), esta nova aventura é ação constante, onde você revive apenas os momentos críticos e decisivos de toda a bela historia criada pelo o escritor, professor e filólogo britânico J.R.R. Tolkien.

No game você assume primeiramente o papel de soldados de ambas as legiões, já que uma das grandes novidades é também poder jogar com os vilões de toda trama, e o acaba sendo uma das partes mais divertidas. Os sistemas de combates são idênticos aos de Star Wars: Battlefront, onde sua missão e dar fim do exercito inimigo e conquistar territórios.

A jogabildade esta bem simples, os comandos estão bem simplificados e para aqueles que têm paciência em aprender, um belo tutorial explica todos os detalhes sobre cada conteúdo do game.

Já a qualidade gráfica do game não esta como todos esperavam, mais nada que atrapalhe seu divertimento, apenas os mais atentos vão poder presenciar alguns bugs.
Mesmo sendo uma boa aventura, deixo uma excelente dica para todos, se puderem joguem apenas no modo multiplayer, pois ele se mostrou muito mais eletrizante do que no solo.

Quanto à versão do DS, ainda não tive acesso, mais espero que seja pelo menos um pouco parecida com as de Ps3 e Xbox360, eu disse parecida, pois igual é praticamente impossível.

Fica ai uma ótima dica para se iniciar o ano ao lado do seu console, The Lord of the Rings: Conquest.

Agradecimentos.
HouseGames, que cedeu o game para eu dar uma testada máster nele =3, e também adiantando e deixando nos na frente de muita gente por aí, e sempre vai ser assim, aqui tudo sempre em primeira mão.